O emagrecimento integrado combina diagnóstico, alimentação, movimento, composição corporal, sono e saúde mental. Medicamentos podem ser avaliados quando indicados, mas não substituem o plano de longo prazo. O objetivo é reduzir risco e gordura preservando função, força e qualidade de vida.
Por que integrar especialidades
Peso corporal pode ser influenciado por diabetes, resistência à insulina, apneia, menopausa, medicamentos, ansiedade, compulsão, sono e ambiente. Uma única intervenção nem sempre responde a todos os fatores.
Avaliação inicial
O ponto de partida inclui histórico, exames disponíveis, medicamentos, padrão de peso, tentativas anteriores, alimentação, atividade física, sono e saúde mental. Exames adicionais são solicitados apenas quando podem mudar a decisão clínica.
Nutrição e composição corporal
O plano alimentar é adaptado à rotina e à fase do tratamento. Bioimpedância, circunferências, força e outros indicadores ajudam a distinguir redução de gordura de perda funcional indesejada.
Medicamentos para obesidade
A medicação é considerada por critérios clínicos, benefícios, riscos e preferências. Não existe prescrição automática nem venda de produtos pela clínica. Retatrutida não é opção aprovada no Brasil.
Saúde mental e comportamento
Quando há compulsão, comer emocional, ansiedade, depressão ou dificuldade persistente de adesão, o cuidado em saúde mental pode ser integrado. Isso evita culpar o paciente por fatores que precisam de tratamento específico.
Manutenção
A fase de manutenção é planejada desde o início: refeições replicáveis, treino mínimo sustentável, estratégia para eventos sociais e acompanhamento quando fome ou peso começam a mudar.
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Perguntas frequentes
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